Três “supostos” amigos vão para festa juntos. “Supostos” porque as duas gurias irmãs emprestadas e o guri, impulsionado por uma aposta de mostrar a uma delas que sim, ela possuía um coração. Não era eu.
O meu caso, bem diferente. Rejeitada pelo cara que “supostamente” gosto. Supostamente porque a irmã emprestada diz que sim, e eu acho que não. Birra mesmo. Aquele lance de filha única de não aceitar o “não”. Sabe como é?
Pensando no fora que levei na semana anterior fui impulsionada a pôr meu pretinho básico e encarar a festa, ir à luta com sapato de oncinha e tudo. Porque se era ele quem estava ocupado, agora seria a minha vez. Nada mais justo.
Bacardi, cerveja e pouca vergonha me levaram aos fatos dispostos adiante. Sem critérios. O cara número 1 era um uruguaio malabarista (jurava que ia acabar vomitando nele). O múmero 2 produtor da banda, cara mais velho, papo bacana mas ofuscado pela chegada do pseudo músico “ocupado demais para ficar comigo”. O número 3, modelo básico. Amigo de amigo que pede para o amigo vir “fazer os lados”, saber de sua disponibilidade etc etc. Desse aí, lembro das mordidas e da mesa que foi ao chão. Mas os prejuízos a minha reputação e ao estabelecimento não ficam só aí, depois uma cadeira com o número 4, que era o “suposto” amigo da aposta, que primeiro perdeu e depois ganhou a aposta. E na quadrilha, a irmã emprestada saiu de namorado que não era J. Pinto Fernandes e o cara “ocupado” acabou na sacada perguntando à irmã emprestada o porquê da minha indiferença.
Birra. Foi o que ela disse. Como toda mulher que acha que quer algo simplesmente porque não tem. E que, logo depois, muda de idéia, como a roupa que ali na vitrine parece fantástica mas que no provador, moldada ao corpo vira comum e totalmente sem graça.
O meu caso, bem diferente. Rejeitada pelo cara que “supostamente” gosto. Supostamente porque a irmã emprestada diz que sim, e eu acho que não. Birra mesmo. Aquele lance de filha única de não aceitar o “não”. Sabe como é?
Pensando no fora que levei na semana anterior fui impulsionada a pôr meu pretinho básico e encarar a festa, ir à luta com sapato de oncinha e tudo. Porque se era ele quem estava ocupado, agora seria a minha vez. Nada mais justo.
Bacardi, cerveja e pouca vergonha me levaram aos fatos dispostos adiante. Sem critérios. O cara número 1 era um uruguaio malabarista (jurava que ia acabar vomitando nele). O múmero 2 produtor da banda, cara mais velho, papo bacana mas ofuscado pela chegada do pseudo músico “ocupado demais para ficar comigo”. O número 3, modelo básico. Amigo de amigo que pede para o amigo vir “fazer os lados”, saber de sua disponibilidade etc etc. Desse aí, lembro das mordidas e da mesa que foi ao chão. Mas os prejuízos a minha reputação e ao estabelecimento não ficam só aí, depois uma cadeira com o número 4, que era o “suposto” amigo da aposta, que primeiro perdeu e depois ganhou a aposta. E na quadrilha, a irmã emprestada saiu de namorado que não era J. Pinto Fernandes e o cara “ocupado” acabou na sacada perguntando à irmã emprestada o porquê da minha indiferença.
Birra. Foi o que ela disse. Como toda mulher que acha que quer algo simplesmente porque não tem. E que, logo depois, muda de idéia, como a roupa que ali na vitrine parece fantástica mas que no provador, moldada ao corpo vira comum e totalmente sem graça.
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